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Mostrando postagens de Maio, 2015

A polícia prende, a justiça solta

As falcatruas no futebol e a extradição

Os caixas eletrônicos, a quadrilha e a interceptação telefônica

Os primeiros furtos em caixas eletrônicos seguramente ocorreram na cidade de Campinas e eles elas cometidos com emprego de maçarico: o caixa era “derretido” num ponto específico que permitia o acesso dos ladrões ao seu conteúdo, geralmente milhares de reais. Se fosse feito com habilidade, nenhuma nota era queimada. Aqueles rapazes, um deles um exímio soldador, uniram-se (“associaram-se”) e, superando o número mínimo legal, que é de quatro, configurou o crime de quadrilha ou bando[1]. E eles passaram a “derreter” caixas eletrônicos em Campinas e outras cidades da região. As investigações apontavam para eles e a autoridade policial requereu ao Juiz de Direito autorização para instalar a escuta telefônica (interceptação, melhor dizendo). Obtidos indícios, foi requerida a prisão temporária, prontamente deferida, e um a um os componentes da associação foram sendo presos. Em seguida, a temporária foi convertida em prisão preventiva. Depois de alguns meses da prisão, o pai de um deles, de que…

Imunidade diplomática

A marca no chinelo

Ele fora processado e condenado pela prática de três crimes de homicídio qualificado: havia matado uma mulher e as duas filhas dela, crianças. Segundo as acusações, ele havia praticado o crime de atentado violento ao pudor contra uma das garotas. A mãe, ao saber da prática do (então) crime contra a liberdade sexual, procurou a Delegacia de Policia da cidade, tendo sido lavrado o boletim de ocorrência e feita a representação à instauração da ação penal. Ao ser intimado, o então suspeito procurou a mãe da vítima para que ela desistisse da representação; ela não quis. Certo dia, trafegando em seu veículo, uma caminhonete, encontrou as três: ali mesmo matou-as a pauladas, colocando os corpos na carroceria do veículo, transportando-os até um rio onde os jogou. No ato de tirar-lhes a vida, perdeu no local um pé de chinelo que calçava e neste havia uma profunda marca produzida por uma calosidade que tinha no pé. Depois de atirar os corpos no rio, veio a Campinas e mandou lavar a caminhonete e…

Sexo na praia