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Mostrando postagens de Outubro, 2016

A polícia legislativa do Senado

O maníaco de Barão

Ele agia não propriamente no distrito de Barão Geraldo, mas no bairro daquele distrito chamado Cidade Universitária e o seu “modus operandi” era sempre o mesmo: abordava casais que estavam dentro de carros, geralmente defronte a casa da moça, como se estivessem despedindo, dominava-os ameaçando com uma arma de fogo, espoliava-os de seus bens e, para concluir, estuprava a moça[1] geralmente num canavial das proximidades daquele bairro. A imprensa, sempre ávida para colocar epítetos nos autores desses crimes[2], logo alcunhou-o de “o maníaco de Barão”. Certa ocasião fui procurado por uma amiga que me pediu para atender o filho de uma médica famosa, moradora na Cidade Universitária, pois ele era apontado como sendo o “maníaco de Barão”. Atendi-o e constatei que o que se dizia contra ele não passava de boato e o que é pior: veiculado em salão de beleza; nada havia de concreto. Todavia, mal imaginava que um dia iria, substituindo um colega, atuar um processo da 3ª Vara Criminal em que o acus…

Fuga em massa frustrada